quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Poema

Com tanta coisa para falar,
Vou falar de um rapaz, alto
Loiro, de olhos verdes, simpático e brincalhão
Atlético mas um pouco forreta
Também tem um grande coração.

Por causa do seu grande amor
Tem uma falta muito grande
Falta-lhe a sua Rosa, mas não uma rosa qualquer
Uma que lhe causa uma grande dor.

Enquanto pensava no que ia fazer
Decidiu ir para a sala escrever
Uma bonita carta para a sua amada

Com tudo isto, conseguiu ganhar um rosa,
Mas não a rosa que ele queria!

Pobre do rapaz, que agora só quer é paz!




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Livro de mês de Outubro "Os Crimes da Rua Morgue"

Resumo do livro: “Os crimes da rua Morgue”

            O narrador deste livro, anónimo, conhece Monsieur Dupin em uma livraria e acabam por se tornar amigos. Monsieur Dupin vem de uma família importante e abastada, mas já não possui quase nada.
            O narrador aluga uma mansão deserta. Ele e o novo amigo concordam em morar juntos pelo tempo em que o narrador ficar em Paris. Monsieur Dupin é um homem muito inteligente com um enorme talento, capaz de saber o que alguém está pensando baseado no que lhe aconteceu durante o dia.
Um dia, enquanto andam pelas ruas, vêem num jornal, na primeira página sobre um assassinato duplo, de mãe e filha, na rua Morgue, uma viela deserta de Paris. Os assassinatos são violentamente cruéis e sem razão aparente, uma vez que nada foi roubado, apesar da casa estar  totalmente revirada. A polícia francesa não tem nenhuma pista sobre o assassino, mas prendem um funcionário do banco que ajudou a vítima a levar um dinheiro para casa na tarde do assassinato. Dupin acredita que pode libertar o homem, seu conhecido, encontrando o verdadeiro assassino.
Com a permissão do chefe de polícia,  investiga a cena do crime e chega a uma conclusão. Coloca um anúncio no jornal dizendo ter capturado um orangotango e o dono deve buscá-lo.
            Um marinheiro, respondendo ao anúncio vai até sua casa. Monsieur Dupin diz que sabe de verdade, que é o assassino e que o homem deve contar isto à polícia para que um inocente seja libertado.

Autora do livro: Edgar Allan Poe
Cristóvão Paterson

imagen in : Google

sábado, 8 de outubro de 2011

Rima emparalhada : rimam dois a dois


Aos que me dão lugar no bonde
e que conheço não sei de onde,
aos que me dizem terno adeus
sem que lhes saiba os nomes seus



Rima interpolada : (dois versos que rimam, mas separados por dois ou mais que nao rimam)

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco


imagen in:Google

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

L.P Agosto

No mês de Agosto é um mês quee dá muito calor com o caloe podemos ir pá piscina ir á praia e da para fazer tantas coisas a unica coisa ke eu não fazia era fazer desporto no calor e fico me a soar muito.
Em Agosto muitas pessoas de outras paises venhem cá de ferias por causa ke aqui em portugal faz muito calor.

sábado, 17 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vida e obra do Manuel da Fonseca

Vida
. Manuel Lopes Fonseca, era um escritor (poeta, contista, romancista e cronista), mais conhecido por Manuel da Fonseca.
. Nasceu em Santiago do Cacém, no dia quinze de Outubro de 1911 e faleceu em Lisboa, a onze de 1993. Faleceu aos 81 anos.
. Quando terminou o ensino básico, Manuel da Fonseca continuo os seus estudos em Lisboa. Estudou no Colégio Vasco da Gama, na Escola Lusitânia e na Escola de Belas-Artes.
. Foi membro do Partido Comunista Português.
. A sua vida profissional teve diferentes setores: comércio, industria, revistas, agências publicitárias entre outras.
. Foi também presidente da Sociedade Portuguesa de Escritores.
. Manuel da Fonseca jogou futebol e interessou-se pela espada e florete, também chegou mesmo a ganhar um campeonato de boxe.

Obra
. Fez os estudos secundários em Lisboa, tendo se dedicado desde cedo ao jornalismo.
. Em 1925 publicou num semanário de província os seus primeiros versos e narrativas.
. Iniciou se em poesia com “ Rosa dos Ventos” (1940) e na ficção, com os contos “Aldeia Nova” (1942).
.Colaborou em várias publicações, em algumas revistas  :"Afinidades", "Altitude", "Árvore", "Vértice", "O Pensamento", "Sol Nascente", "Seara Nova".
. E em alguns jornais com "O Diabo" e "Diário" e fez parte do grupo do "Novo Cancioneiro".
. Colaborou também no jornal "A Capital" em 1986, com as "Crónicas Algarvias".
. Escreveu também estas obras: "Planície" (1941), "Poemas Completos" (1958), "Poemas Dispersos" (1958).
 . Os contos que escreveu foram: "O Fogo e as Cinzas" (1951), "Um Anjo no Trapézio" (1968), "Tempo de Solidão" (1973), "Crónicas Algarvias" (1986).
 . E os romances foram "Cerromaior" (1943), e "Seara de Vento" (1958).
. Preparou ainda a "Antologia de Fialho de Almeida" (1984).
 
imagen in:Manuel