Na aurora da nossa poesia
domingo, 2 de outubro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
L.P Agosto
No mês de Agosto é um mês quee dá muito calor com o caloe podemos ir pá piscina ir á praia e da para fazer tantas coisas a unica coisa ke eu não fazia era fazer desporto no calor e fico me a soar muito.
Em Agosto muitas pessoas de outras paises venhem cá de ferias por causa ke aqui em portugal faz muito calor.
Em Agosto muitas pessoas de outras paises venhem cá de ferias por causa ke aqui em portugal faz muito calor.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Vida e obra do Manuel da Fonseca
. Manuel Lopes Fonseca, era um escritor (poeta, contista, romancista e cronista), mais conhecido por Manuel da Fonseca.
. Nasceu em Santiago do Cacém, no dia quinze de Outubro de 1911 e faleceu em Lisboa, a onze de 1993. Faleceu aos 81 anos.
. Quando terminou o ensino básico, Manuel da Fonseca continuo os seus estudos em Lisboa. Estudou no Colégio Vasco da Gama, na Escola Lusitânia e na Escola de Belas-Artes.
. Foi membro do Partido Comunista Português.
. A sua vida profissional teve diferentes setores: comércio, industria, revistas, agências publicitárias entre outras.
. Foi também presidente da Sociedade Portuguesa de Escritores.
. Manuel da Fonseca jogou futebol e interessou-se pela espada e florete, também chegou mesmo a ganhar um campeonato de boxe.
Obra
. Fez os estudos secundários em Lisboa, tendo se dedicado desde cedo ao jornalismo.
. Em 1925 publicou num semanário de província os seus primeiros versos e narrativas.
. Iniciou se em poesia com “ Rosa dos Ventos” (1940) e na ficção, com os contos “Aldeia Nova” (1942).
.Colaborou em várias publicações, em algumas revistas :"Afinidades", "Altitude", "Árvore", "Vértice", "O Pensamento", "Sol Nascente", "Seara Nova".
. E em alguns jornais com "O Diabo" e "Diário" e fez parte do grupo do "Novo Cancioneiro".
. Colaborou também no jornal "A Capital" em 1986, com as "Crónicas Algarvias".
. Escreveu também estas obras: "Planície" (1941), "Poemas Completos" (1958), "Poemas Dispersos" (1958).
. Os contos que escreveu foram: "O Fogo e as Cinzas" (1951), "Um Anjo no Trapézio" (1968), "Tempo de Solidão" (1973), "Crónicas Algarvias" (1986).
. E os romances foram "Cerromaior" (1943), e "Seara de Vento" (1958).
. Preparou ainda a "Antologia de Fialho de Almeida" (1984).
imagen in:Manuel
terça-feira, 31 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Trabalho de L.P
Trabalho de Grupo - Escrito
Escola Básica Aviador Brito Paes
Língua Portuguesa
As Pupilas do Senhor Reitor
de Júlio Dinis
Trabalho elaborado por:
àAna Catarina Narciso Pereira, Nº1
à Carla Sofia Pinto Alves, Nº3
àCristóvão João Paterson, Nº4
àMarta Isabel de Oliveira Silva Ramos, Nº10
8ºB
Segunda-feira, dia nove de Maio de dois mil e onze
àAna Catarina Narciso Pereira, Nº1
à Carla Sofia Pinto Alves, Nº3
àCristóvão João Paterson, Nº4
àMarta Isabel de Oliveira Silva Ramos, Nº10
8ºB
Segunda-feira, dia nove de Maio de dois mil e onze
Acção:
O Sr. Reitor tornou-se tutor de duas jovens órfãs, quem ele muito estimava. Era como se fosse pai, conselheiro e professor de Clara e Margarida.
A Clara possuía um génio, com o qual não desconfiava de ninguém. Não calculava consequências. A sua confiança em tudo chegava a ser perigosa. Um inesgotável fundo de generosidade, elementos principal daquele carácter simpático.
A Margarida era uma rapariga de carácter triste e sombrio, que é traço que fica de uma infância. O Daniel era amigo de infância de Margarida, filho do abastado José das Dornas, também pai de Pedro. A Margarida afeiçoara-se a Daniel na sua infância. O Daniel tem uma constituição física frágil, o que leva o pai a pô-lo a estudar por meio do Reitor. O Daniel aos treze anos confessou que não tinha vocação para a carreira religiosa. Então o Reitor convence o pai a envia-lo ao Porto para estudar medicina e ser doutor.
O Pedro era irmão de Daniel e ia ser noivo de Clara.
O Dr. João Semana era um médico já velho e a moda antiga. O João da Esquina era tendeiro e atento a intrigas e brigas locais.
O Daniel, ainda menino, prepara-se para entrar no seminário, mas o reitor descobre seu namoro com a pastorinha Margarida.
O seu pai, José das Dornas, decide, então, enviá-lo ao Porto para estudar medicina. Dez anos depois Daniel volta para a aldeia, como médico. A Margarida, agora professora de crianças, conserva ainda seu amor pelo rapaz. Ele, no entanto, contaminado pelos costumes da cidade, já nem se lembra da pequena pastora. Neste tempo, o Pedro, irmão de Daniel, está noivo de Clara, irmã de Margarida.
O jovem médico encanta-se pela futura cunhada, iniciando uma tentativa de conquista que iria por em risco a harmonia familiar. A Clara, inicialmente, incentiva o rapaz, mas recua ao perceber a gravidade das consequências. Ansiosa por acabar com aquele assédio, diz-lhe que lhe faça uma visita no jardim de sua casa. Esse encontro é o ponto principal da narrativa. Surpreendidos por o Pedro, são salvos por a Margarida, que toma o lugar da irmã.
Rapidamente esses acontecimentos tornam-se um grande escândalo que compromete a reputação da Margarida. O Daniel, impressionado com a negação da rapariga, recorda-se, finalmente, do amor da sua infância. Apaixonado agora por a Margarida, procura conquistá-la. No fim, depois de muita resistência e de muito sofrimento, a Margarida finalmente aceita o amor de Daniel.
Personagens:
José das Dornas: É lavrador, chefe de família e viúvo. Têm dois filhos: o mais velho chama-se Pedro e o mais novo Daniel.
Pedro: É um rapaz forte e sábio como o seu pai. Tal como o pai também gosta muito da vida do campo. No fim da história casa-se com Clara.
Daniel: É um rapaz fraquinho, o que era motivo de preocupação para o seu pai. Pois não aguentava com o trabalho duro do campo.
Sr. Reitor: É um velho padre chamado António. Era o tutor de duas jovens órfãs, quem ele muito estimava como se fossem suas filhas. Também era seu conselheiro e professor. Essas duas órfãs eram Clara e Margarida. Ele também costumava dar explicações a Daniel.
Margarida: É uma jovem pastora que é amiga de infância de Daniel. Passado algum tempo a Margarida decide dedicar-se ao ensino, mas sempre contrariada pela sua irmã. No entanto era uma rapariga triste.
Clara: É lavadeira e meia irmã de Margarida, pois são apenas filhas do mesmo pai. A sua mãe morreu quando ela tinha cinco anos.
João Semana: É o velho médico da aldeia que tinha por volta de oitentas anos. Mesmo assim continuava a assistir os doentes. Era um médico a moda antiga.
João da Esquina: É um tendeiro e tinha uma filha que se chamava Francisca.
Francisca: Era filha do tendeiro João da Esquina.
Tempo:
A história “As Pupilas do Senhor Reitor” de Júlio Dinis passa-se durante o ano, durante várias estações do ano. No Verão foi quando aconteceu a noite da desfolhada.
Espaço:
Está história passa-se no campo, na casa do reitor, na igreja, na casa da Francisca, quando ela estava doente. Também se passa na eira na noite da desfolhada e em casa de José das Dornas. Passa-se também no jardim de casa de Clara e a beira de um precipício, onde o Daniel se queria matar.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
L.P Idolo
http://www.youtube.com/watch?v=9R0ANJScadE&feature=related
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